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Checklist técnico de SEO para startups de tecnologia

checklist seo técnico

Se você trabalha em uma startup de tecnologia, provavelmente já ouviu que “conteúdo é rei”. Mas aqui vai uma verdade que poucos mencionam: de nada adianta ter o melhor conteúdo do mundo se o Google não consegue rastrear, indexar e entender seu site corretamente. Assim como o melhor livro não vale de nada se não for lido, se ninguém te achar, seu produto não vale nada.

O SEO técnico para empresas de tecnologia é especialmente crítico porque esses sites costumam ser complexos. Single Page Applications, conteúdo renderizado por JavaScript, APIs que carregam dados dinamicamente, sistemas de autenticação sofisticados – tudo isso cria desafios únicos para rastreabilidade. 

E como brincam que em casa de ferreiro, o espeto é de pau, é duplamente arriscado ter um site frágil tecnicamente. É se expor à crítica sem necessidades. Pelo menos, depois que você ler esse checklist.

Desenvolvemos esse guia pensando na realidade das startups: recursos limitados, equipes enxutas e necessidade de resultados rápidos. Vamos cobrir os pontos críticos que realmente fazem diferença, priorizando o que traz maior impacto com menor esforço. 

Se você só tem tempo para corrigir cinco coisas no seu site hoje, este guia vai te mostrar quais são essas cinco coisas.

Por que SEO técnico é ainda mais crítico para startups de tech

Startups de tecnologia enfrentam um paradoxo interessante: elas geralmente têm equipes técnicas excelentes, mas raramente têm alguém focado especificamente em SEO técnico. O resultado é que sites tecnicamente sofisticados cometem erros básicos de rastreabilidade. É frustrante ver um produto incrível perdendo tração simplesmente porque o Google não consegue indexar as páginas corretamente.

A competição no setor de tecnologia é brutal. Você está competindo não apenas com outras startups, mas com empresas estabelecidas que investem pesado em marketing digital. Quando o custo de aquisição através de mídia paga dispara (e ele sempre dispara), o canal orgânico se torna vital para a sobrevivência. 

Uma auditoria técnica de SEO bem executada pode ser a diferença entre depender de budget de ads infinito ou construir um canal de aquisição sustentável e escalável.

(E para quem não sabe, o sucesso de uma página no Google Ads depende – e muito – do seu desempenho técnico. É com uma régua bem similar que o Google avalia os resultados orgânicos e patrocinados.)

Além disso, investidores estão cada vez mais atentos à saúde do canal orgânico. Eles sabem que startups com presença orgânica têm unit economics melhores e menor risco de mercado. Um site tecnicamente otimizado sinaliza maturidade e visão estratégica de longo prazo. É um ativo que se valoriza com o tempo, e quem abre a carteira sabe disso.

Auditoria de rastreabilidade: garantindo que o Google veja seu site

Antes de qualquer coisa, você precisa ter certeza absoluta de que o Google consegue acessar e rastrear seu site. Parece óbvio, mas é impressionante quantas startups descobrem tarde demais que partes críticas do site estavam bloqueadas para bots. A primeira etapa de qualquer auditoria SEO tech é verificar se existe algum impedimento técnico ao rastreamento.

O arquivo robots.txt é o primeiro suspeito. Acesse seudomain.com/robots.txt e verifique se não existe nenhuma diretiva “Disallow” bloqueando páginas importantes. É comum que ambientes de staging tenham bloqueios intencionais que, acidentalmente, vão para produção. 

Outro erro clássico é bloquear todo o JavaScript através do robots.txt, o que impede o Google de renderizar páginas corretamente em sites modernos.

As meta tags “noindex” são outro problema recorrente. Muitas vezes elas são inseridas durante desenvolvimento e ninguém lembra de removê-las no lançamento. Você pode ter o melhor conteúdo do mundo, mas se a página está marcada como “noindex”, ela simplesmente não aparecerá nos resultados de busca. 

A Niara oferece através da sua nova ferramenta de SEO Técnico um crawler e reports inteligentes sobre o resultado de cada auditoria – o que pode ajudar o time tech e de marketing a falarem a mesma língua.

Pontos críticos de rastreabilidade para verificar:

  • Robots.txt não está bloqueando recursos essenciais como CSS, JavaScript ou imagens;
  • Meta tags noindex foram removidas de todas as páginas públicas importantes;
  • Canonical tags estão apontando para as URLs corretas e não criando loops;
  • Sitemap XML está atualizado, acessível e submetido no Google Search Console;
  • Tempo de resposta do servidor está abaixo de 500ms para a maioria das requisições;
  • Taxa de erro 5xx está abaixo de 1% das requisições totais.

A auditoria de SEO deve ser um processo contínuo, não um evento único. Configure alertas para monitorar mudanças críticas que possam afetar a rastreabilidade. Muitos problemas surgem após deploys aparentemente inocentes que alteram configurações fundamentais sem que ninguém perceba imediatamente.

Mais algumas notas sobre o sitemap.xml

A diretriz geral dos sitemaps – o que você lê no Reddit ou em alguns portais – é que você só precisa de um a cada 50k URLs. Em nossa experiência, porém, vimos resultados mais otimizados de sitemaps separados por categorias, macro áreas do seu site ou de acordo com recursos.

Esse último aspecto, fortemente relacionado aos sistemas de CDN e servidores de imagens, muitas vezes pede um sitemap dedicado para o gooblebot-image. Não é incomum dependendo da quantidade de recursos visuais que você utilize, apesar de ser mais comuns em e-commerces. 

Como os arranjos de servidores e distribuição costumam ser menos mainstream em startups, vale a pena manter esse sitemap a parte para garantir que nenhum recurso se perca.

Core Web Vitals: a performance que o Google realmente mede

Os Core Web Vitals deixaram de ser “boas práticas” para se tornarem fatores oficiais de ranqueamento. Para startups de tecnologia, isso é especialmente relevante porque usuários tech-savvy têm expectativas altas de performance. Um site lento não apenas ranqueia pior – ele converte menos, retém menos e custa mais em termos de infraestrutura.

O Largest Contentful Paint (LCP) mede quanto tempo leva para o maior elemento visível carregar na tela. O ideal é abaixo de 2.5 segundos. Para startups SaaS, isso geralmente significa otimizar o carregamento de hero images, vídeos de demonstração ou blocos de conteúdo acima da dobra. 

Se você usa imagens pesadas sem compressão adequada ou vídeos que carregam automaticamente, seu LCP provavelmente está sofrendo. Também recomendamos a renderização de recursos leves antes e de recursos pesados ativados apenas após alguma interação – rolar, clicar, aceitar cookies, por exemplo.

O First Input Delay (FID) avalia a responsividade – quanto tempo leva para o site reagir quando o usuário clica em algo. Valores abaixo de 100ms são considerados bons. Problemas aqui geralmente indicam JavaScript bloqueando a thread principal. Startups que usam frameworks pesados ou carregam muitas bibliotecas de terceiros (analytics, chatbots, ferramentas de marketing) frequentemente enfrentam problemas de FID.

O Cumulative Layout Shift (CLS) penaliza elementos que “pulam” na página enquanto ela carrega. Nada frustra mais um usuário do que clicar em um botão que se move no último segundo. Para manter o CLS abaixo de 0.1, reserve espaço para todos os elementos que carregam dinamicamente: imagens, ads, widgets embarcados e banners de cookie.

Ao avaliar o CLS, veja o report do PageSpeed Insights e analise a evolução dos frames, do inicial ao final. Anote o que está mudando de quadro a quadro e veja como disponibilizá-los juntos. Muitas vezes uma correção do CLS acarreta uma piora do LCP, portanto tenha isso em mente na fase de implementação.

Métrica Valor Ideal Valor Aceitável Problema Comum em Startups Tech Solução Rápida
LCP < 2.5s < 4.0s Imagens não otimizadas, fontes pesadas Comprimir imagens, usar CDN, implementar lazy loading
FID < 100ms < 300ms JavaScript bloqueante, bibliotecas excessivas Code splitting, defer de scripts não críticos
CLS < 0.1 < 0.25 Elementos sem dimensões definidas Definir width/height em imagens e iframes
TTFB < 600ms < 1000ms Servidor lento, queries de banco ineficientes Otimizar backend, implementar caching

Indexação estratégica: controlando o que o Google indexa

Ter todas as páginas indexadas não é necessariamente bom – você quer que apenas as páginas certas estejam indexadas. Startups frequentemente deixam o Google indexar páginas de baixo valor que diluem a autoridade do domínio, ou acabam com o crawl budget: páginas de erro customizadas, resultados de busca interna, páginas de paginação infinita, versões alternativas de conteúdo e páginas de admin expostas acidentalmente.

A estratégia de indexação começa com o sitemap XML. Inclua apenas URLs que você quer que apareçam nos resultados de busca. Se você tem 10.000 páginas mas apenas 1.000 são estratégicas para SEO, seu sitemap deve ter essas 1.000. O Google usa o sitemap como um sinal de quais páginas você considera importantes, então não polua com URLs irrelevantes.

As tags canonical são essenciais para evitar problemas de conteúdo duplicado. Em sites de tecnologia, é comum ter o mesmo conteúdo acessível através de múltiplas URLs (com e sem parâmetros, com trailing slash ou sem, http vs https). A canonical tag diz ao Google qual é a versão preferencial. Certifique-se de que todas as páginas têm uma canonical apontando para si mesmas ou para a versão principal.

Parâmetros de URL são particularmente problemáticos. Se seu site usa parâmetros para filtros, ordenação ou tracking, você pode acabar com milhares de URLs duplicadas sendo rastreadas. Configure o tratamento de parâmetros no robots.txt com comandos como disallow: /?* (que bloqueia todas as queries, por exemplo) para indicar quais parâmetros alteram o conteúdo da página (devem gerar URLs únicas) e quais são apenas para tracking (devem ser ignorados).

Estratégias para otimizar a indexação:

  1. Identifique páginas de baixo valor que não deveriam estar indexadas (use relatórios de cobertura no Search Console);
  2. Implemente noindex em páginas administrativas, de busca interna e perfis de usuário que não são públicos;
  3. Configure canonical tags corretas para consolidar variações de URL na versão preferencial;
  4. Use rel=”nofollow” em links para páginas que você não quer que o Google descubra ou priorize;
  5. Implemente paginação correta usando rel=”next” e rel=”prev” ou carregamento infinito com fallback de paginação;
  6. Monitore o índice regularmente para identificar páginas estranhas que não deveriam estar lá.

A inteligência artificial pode ajudar na criação de conteúdo otimizado para indexação, mas a estratégia de quais páginas indexar precisa de decisão humana baseada em objetivos de negócio claros.

Arquitetura de informação e links internos que fazem diferença

A estrutura do seu site conta uma história para o Google sobre o que é importante. Sites planos, onde todas as páginas estão a um clique da home, diluem a autoridade. Sites profundos demais, onde páginas importantes estão enterradas a cinco ou seis cliques de profundidade, desperdiçam link equity. A arquitetura ideal para startups tech geralmente segue uma hierarquia de 3-4 níveis máximo.

Os links internos distribuem autoridade pelo site e ajudam o Google a entender a relação entre páginas. Páginas importantes (aquelas que convertem ou ranqueiam para termos estratégicos) devem receber muitos links internos de outras páginas relevantes. O texto âncora desses links deve ser descritivo e incluir variações naturais das palavras-chave que você quer ranquear.

Um erro comum em startups é ter a documentação técnica completamente isolada do site principal. A documentação geralmente atrai muito tráfego orgânico qualificado, mas se ela está em um subdomínio separado ou não tem links para as páginas de produto, você está perdendo uma oportunidade enorme. 

Integre sua documentação à estrutura principal do site e crie fluxos naturais que levem usuários da documentação para trials, demos ou conversões.

O menu de navegação é um dos elementos mais importantes para SEO técnico. Ele aparece em todas as páginas e passa link equity significativo. Use-o estrategicamente para destacar suas páginas mais importantes. 

Evite mega menus complexos com dezenas de links – eles diluem o valor e confundem tanto usuários quanto bots. Se você precisa mostrar muitas opções, considere usar JavaScript para expandir seções secundárias sem incluí-las no HTML inicial.

JavaScript e SEO: tornando seu site moderno amigável para bots

Aqui está onde muitas startups tech tropeçam: elas usam frameworks modernos como React, Vue ou Angular, mas esquecem que o Google precisa de um pouco de ajuda extra para renderizar JavaScript. Embora o Google tenha melhorado muito em processar JS, ainda existem limitações e delays que podem prejudicar seu SEO.

O primeiro passo é implementar Server-Side Rendering (SSR) ou Static Site Generation (SSG) para pelo menos as páginas críticas de marketing e conteúdo. Isso garante que o HTML completo esteja disponível imediatamente quando o bot rastreia a página, sem depender de JavaScript para renderizar. Next.js, Nuxt.js e frameworks similares facilitam muito essa implementação.

Se SSR não for viável imediatamente, considere pelo menos implementar pre-rendering para páginas importantes. Ferramentas como Prerender.io ou Rendertron detectam bots e servem uma versão pré-renderizada do conteúdo. 

Não é a solução ideal (o Google prefere que todos vejam o mesmo conteúdo), mas é infinitamente melhor que forçar o bot a executar JavaScript complexo.

O schema markup em JSON-LD é particularmente importante para sites JavaScript-heavy. Como você não pode confiar que o Google vai processar todo seu JS perfeitamente, coloque dados estruturados críticos diretamente no HTML inicial. Isso inclui informações de produto, artigos, reviews, FAQs e breadcrumbs. Use o Structured Data Testing Tool do Google para validar que tudo está sendo reconhecido corretamente.

Checklist específico para sites com JavaScript:

  • HTML inicial contém pelo menos títulos, descrições e conteúdo crítico above-the-fold
  • Lazy loading de imagens implementado corretamente com loading=”lazy” nativo do HTML
  • Infinite scroll tem fallback de paginação real para permitir que bots acessem todo conteúdo
  • Links são elementos <a> reais, não divs clicáveis que JS transforma em navegação
  • Status codes corretos retornados pelo servidor, não apenas renderizados por JavaScript
  • Schema markup presente no HTML inicial, não inserido apenas via JavaScript

Monitoramento contínuo e correção proativa de erros

SEO técnico não é um projeto com começo, meio e fim – é um processo contínuo de monitoramento e otimização. Cada deploy pode introduzir problemas novos, e mudanças no algoritmo do Google podem tornar páginas anteriormente saudáveis problemáticas. Configure um sistema de monitoramento que alerte você sobre mudanças críticas antes que elas causem danos significativos.

O Google Search Console é seu melhor amigo. Configure alertas para picos de erros 404, quedas bruscas de páginas indexadas, problemas de Core Web Vitals e avisos de penalizações manuais. Verifique semanalmente os relatórios de cobertura para identificar páginas com erros de rastreamento ou indexação. Muitos problemas sérios passam despercebidos por semanas simplesmente porque ninguém está olhando os dados regularmente.

Implemente monitoramento de uptime e performance em produção. Serviços como Pingdom, UptimeRobot ou New Relic podem alertar você imediatamente se o site ficar fora do ar ou se a performance degradar significativamente. Um site fora do ar por 6 horas durante a noite pode perder posições que levam semanas para recuperar. Ter alertas automáticos permite resposta rápida mesmo fora do horário comercial.

Considere fazer auditorias técnicas completas trimestralmente. Use ferramentas como Screaming Frog, Sitebulb ou Oncrawl para rastrear todo o site e gerar relatórios detalhados de problemas. 

Compare os resultados com auditorias anteriores para identificar tendências: você está criando mais erros 404 ao longo do tempo? Links internos quebrados estão aumentando? Páginas órfãs (sem links internos apontando para elas) estão se acumulando? Esses padrões revelam problemas sistêmicos que precisam ser corrigidos no processo de desenvolvimento.

Integrando SEO técnico no workflow de desenvolvimento

Um dos maiores desafios para startups é que SEO técnico frequentemente entra em conflito com velocidade de desenvolvimento. Desenvolvedores querem lançar features rápido, enquanto SEO pede validações e otimizações que parecem atrasar o processo. A solução é integrar SEO nas práticas de desenvolvimento desde o início, não tratá-lo como afterthought.

Crie um checklist de SEO que deve ser validado antes de qualquer deploy para produção. Esse checklist não precisa ser extenso – 10-15 itens críticos são suficientes. Inclua coisas como: verificar que novas páginas têm title e description únicos, confirmar que links internos estão funcionando, validar que não há bloqueios acidentais em robots.txt, testar que a página renderiza corretamente sem JavaScript.

Implemente testes automatizados que validem aspectos de SEO. Lighthouse pode ser integrado ao seu CI/CD para falhar o build se a performance cair abaixo de limites estabelecidos. 

Testes de integração podem verificar se páginas importantes retornam status 200, se canonical tags estão corretas e se o schema markup é válido. Automatizar essas verificações remove o overhead de checagens manuais e garante consistência.

Eduque a equipe de desenvolvimento sobre por que SEO técnico importa para o negócio. Quando desenvolvedores entendem que otimizações técnicas se traduzem em mais tráfego, mais leads e menor CAC, eles naturalmente começam a considerar SEO em suas decisões de arquitetura. 

Compartilhe métricas de sucesso: “aquela otimização de LCP que fizemos aumentou conversões em 15%” é muito mais motivador que “o Google disse que precisamos melhorar o LCP”.

Conclusão

SEO técnico para startups de tecnologia é sobre priorização inteligente. Você não precisa ter um site perfeito em todos os aspectos técnicos – você precisa acertar os fundamentos críticos que têm maior impacto em rastreabilidade, indexação e performance. Um site com 85% de otimização técnica bem executada supera um site com 100% de otimização mal implementada.

A vantagem de startups tech é que vocês têm equipes técnicas capazes de implementar qualquer solução. A desvantagem é que frequentemente falta conhecimento específico de SEO para saber o que priorizar. Este checklist serve como guia prático do que realmente importa. 

Comece com rastreabilidade e indexação – se o Google não consegue ver seu conteúdo, nada mais importa. Depois ataque performance e Core Web Vitals, que impactam tanto SEO quanto conversão. Por fim, refine arquitetura de informação e otimizações avançadas.

A realidade é que SEO técnico deixou de ser diferencial para se tornar requisito básico de sobrevivência. Startups que ignoram aspectos técnicos descobrem cedo ou tarde que estão deixando crescimento orgânico na mesa. 

O investimento em uma base técnica sólida paga dividendos compostos ao longo do tempo – cada página nova que você cria, cada conteúdo que você publica, se beneficia dessa fundação. Configure os processos certos agora, e seu crescimento orgânico será escalável e sustentável conforme a startup cresce.

Victor Gabry é um especialista em SEO e desenvolvimento WordPress com forte experiência em SEO técnico, automação e análise de desempenho. Trabalhou com marcas de grande escala, incluindo Canva, liderando estratégias de PR digital, construção de autoridade e otimização técnica em plataformas como WordPress, Magento e Wix. Reconhecido como um dos Top 40 profissionais de SEO no Brasil em 2024, combina pensamento estratégico e execução orientada por dados. Atualmente, desenvolve investigação em Ciência da Informação, explorando SEO, análise de redes e metodologias de IA aplicadas ao marketing digital.